O
Mal de Alzheimer é uma das doenças mais
devastadoras do cérebro causando, gradativamente,
o comprometimento da memória recente, levando o
idoso a ficar dependente de um cuidador.
Suas causas ainda não são totalmente conhecidas
e estudos demonstram que vários fatores estão
ligados à doença, incluindo os genéticos,
a idade e o estilo de vida. Um deles, realizado por cientistas
da Universidade da Califórnia (EUA), revela que
metade dos casos da doença no mundo se deve a sete
medidas ligadas a estilo de vida: não fumar, ter
uma dieta saudável, prevenir o diabetes, controlar
a pressão arterial, combater a depressão,
fazer mais atividades físicas e aumentar o nível
de educação.
Apesar de cada paciente ser acometido de forma diferente
e única, há pontos em comum, como o sintoma
primário mais habitual: a perda de memória,
o que muitas vezes é confundido com o problema
de idade ou estresse. Para receber o diagnóstico,
o paciente é submetido a uma séria de testes
cognitivos e radiológicos.
Conforme a doença avança, outros sintomas
surgem, como confusão mental, irritabilidade, agressividade,
alterações de humor, falhas na linguagem,
perda de memória em longo prazo e desligamento
da realidade. Mesmo antes do aparecimento dos sintomas,
a Doença de Alzheimer vai-se desenvolvendo por
um período indeterminado de tempo e pode manter-se
não diagnosticada e assintomática durante
anos. Quanto mais cedo os sintomas forem percebidos, mais
eficaz será o tratamento e melhor será o
prognóstico.
Por isto, fique atento aos seus familiares e, se necessário,
procure um especialista em geriatria, neurologia ou psiquiatria.
O tratamento de um paciente com Alzheimer é moroso
e não há cura para a doença. O que
existe é a tentativa de retardar ao máximo
a evolução do quadro e seus desdobramentos.
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